Do Laboratório ao Copo: A Jornada de 11 Anos da Nova Cevada Brasileira

Do Laboratório ao Copo: A Jornada de 11 Anos da Nova Cevada Brasileira

Já parou para pensar na ciência por trás da sua cerveja? Uma entrevista com Adriana Favaretto, gerente de pesquisa da Ambev, revela como o melhoramento genético da cevada é fundamental para a qualidade da bebida, destacando o lançamento da nova cultivar ABI Valente.

O grande destaque é a ABI Valente, uma nova variedade de cevada que levou cerca de 11 anos para ser desenvolvida. O processo começou com um cruzamento genético e envolveu quase uma década de testes em diferentes condições climáticas no sul do Brasil, até finalmente ser homologada para uso industrial.

O melhoramento genético é um trabalho contínuo e essencial. Ele garante um grão com mais sabor, maior resistência a doenças e um perfil de qualidade superior para a produção de malte. Como as variedades perdem resistência com o tempo, a pesquisa de novos materiais é crucial para manter a produtividade e a qualidade da cerveja.

A jornada da cerveja começa muito antes da fábrica, literalmente no campo. O trabalho de pesquisa e desenvolvimento, que a Ambev chama de ‘berçário da cevada’, conecta a inovação no agronegócio com a indústria, garantindo que o cuidado com a matéria-prima se reflita no produto que chega ao consumidor.

Em resumo, a criação de uma nova cultivar como a ABI Valente demonstra a importância da parceria entre ciência e agricultura. Esse desenvolvimento não só beneficia os produtores rurais, mas também eleva o padrão de qualidade da cerveja que todos apreciamos.

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